É só clicar na imagem para ver mais expressões desalentadoras da crise.
Retirado do cardápio do S&H.
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humor
Navegando pelo Estadão, encontrei um notícia sobre mais um dos bravos e heróicos atos das tropas americanas no Iraque. Geralmente, esses bravos e heróicos atos do exército americano causam algumas mortes e não foi diferente dessa vez.
O ocorrido foi o seguinte: Alguns membros da espertissíma guarda iraquiana avistaram um navio não identificado aproximando-se. Deram alguns tiros ao ar para alertá-los que ei! sim, estamos aqui! O que os iraquianos não sabiam é que a tal embarcação pertencia ao exértico americano e eles, agindo com grande compreensão em resposta aos tiros, enviaram um helicóptero o qual disparou um míssil para o local onde a guarda se encontrava matando seis deles e ferindo outros dez.
Simplesmente...absurdo! A velha história do seria cômico se não fosse trágico.
No entanto, fiquem tranquilos. Um porta-voz americano avisou que estão avaliando as circustâncias do ocorrido. E, logo depois de avalia-las, concluirão que, sim, cometemos um erro. Um pequeno e lamentável erro. E assim segue-se com a rotina no campo de batalha.
Essa notícia, além de servir muito bem como caricatura da total falta de razão entre as partes nessa guerra - e qual guerra não escancara esse fato? -, demonstra o quão nós humanos precisamos aprender melhor sobre o dom da comunicação, não é vero?
Com isso, lembrem-se: tiros ao ar pode não ser uma maneira inteligente de alertar alquém. Nunca se sabe quando e onde um helicóptero americano aparecerá para te explodir.
P.S.: Mil anos sem postagens. Espero que nossos ânimos retornem.
Achei hoje um texto do fodássimo Dalmo Dallari no site do Luiz Carlos Azenha (Vi o mundo) e decidi postá-lo aqui devido o caráter profético do mesmo. Vejam ele é de 2002!!!!!!
FOLHA DE SÃO PAULO, EM 8 DE MAIO DE 2002
SUBSTITUIÇÃO NO STF
Degradação do Judiciário
DALMO DE ABREU DALLARI
Nenhum Estado moderno pode ser considerado democrático e civilizado se não tiver um Poder Judiciário independente e imparcial, que tome por parâmetro máximo a Constituição e que tenha condições efetivas para impedir arbitrariedades e corrupção, assegurando, desse modo, os direitos consagrados nos dispositivos constitucionais.
Sem o respeito aos direitos e aos órgãos e instituições encarregados de protegê-los, o que resta é a lei do mais forte, do mais atrevido, do mais astucioso, do mais oportunista, do mais demagogo, do mais distanciado da ética.
Essas considerações, que apenas reproduzem e sintetizam o que tem sido afirmado e reafirmado por todos os teóricos do Estado democrático de Direito, são necessárias e oportunas em face da notícia de que o presidente da República, com afoiteza e imprudência muito estranhas, encaminhou ao Senado uma indicação para membro do Supremo Tribunal Federal, que pode ser considerada verdadeira declaração de guerra do Poder Executivo federal ao Poder Judiciário, ao Ministério Público, à Ordem dos Advogados do Brasil e a toda a comunidade jurídica.
Se essa indicação vier a ser aprovada pelo Senado, não há exagero em afirmar que estarão correndo sério risco a proteção dos direitos no Brasil, o combate à corrupção e a própria normalidade constitucional. Por isso é necessário chamar a atenção para alguns fatos graves, a fim de que o povo e a imprensa fiquem vigilantes e exijam das autoridades o cumprimento rigoroso e honesto de suas atribuições constitucionais, com a firmeza e transparência indispensáveis num sistema democrático.
Segundo vem sendo divulgado por vários órgãos da imprensa, estaria sendo montada uma grande operação para anular o Supremo Tribunal Federal, tornando-o completamente submisso ao atual chefe do Executivo, mesmo depois do término de seu mandato. Um sinal dessa investida seria a indicação, agora concretizada, do atual advogado-geral da União, Gilmar Mendes, alto funcionário subordinado ao presidente da República, para a próxima vaga na Suprema Corte. Além da estranha afoiteza do presidente -pois a indicação foi noticiada antes que se formalizasse a abertura da vaga-, o nome indicado está longe de preencher os requisitos necessários para que alguém seja membro da mais alta corte do país.
É oportuno lembrar que o STF dá a última palavra sobre a constitucionalidade das leis e dos atos das autoridades públicas e terá papel fundamental na promoção da responsabilidade do presidente da República pela prática de ilegalidades e corrupção.
É importante assinalar que aquele alto funcionário do Executivo especializou-se em "inventar" soluções jurídicas no interesse do governo. Ele foi assessor muito próximo do ex-presidente Collor, que nunca se notabilizou pelo respeito ao direito. Já no governo Fernando Henrique, o mesmo dr. Gilmar Mendes, que pertence ao Ministério Público da União, aparece assessorando o ministro da Justiça Nelson Jobim, na tentativa de anular a demarcação de áreas indígenas. Alegando inconstitucionalidade, duas vezes negada pelo STF, "inventaram" uma tese jurídica, que serviu de base para um decreto do presidente Fernando Henrique revogando o decreto em que se baseavam as demarcações. Mais recentemente, o advogado-geral da União, derrotado no Judiciário em outro caso, recomendou aos órgãos da administração que não cumprissem decisões judiciais.
Medidas desse tipo, propostas e adotadas por sugestão do advogado-geral da União, muitas vezes eram claramente inconstitucionais e deram fundamento para a concessão de liminares e decisões de juízes e tribunais, contra atos de autoridades federais.
Indignado com essas derrotas judiciais, o dr. Gilmar Mendes fez inúmeros pronunciamentos pela imprensa, agredindo grosseiramente juízes e tribunais, o que culminou com sua afirmação textual de que o sistema judiciário brasileiro é um "manicômio judiciário".
Obviamente isso ofendeu gravemente a todos os juízes brasileiros ciosos de sua dignidade, o que ficou claramente expresso em artigo publicado no "Informe", veículo de divulgação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (edição 107, dezembro de 2001). Num texto sereno e objetivo, significativamente intitulado "Manicômio Judiciário" e assinado pelo presidente daquele tribunal, observa-se que "não são decisões injustas que causam a irritação, a iracúndia, a irritabilidade do advogado-geral da União, mas as decisões contrárias às medidas do Poder Executivo".
E não faltaram injúrias aos advogados, pois, na opinião do dr. Gilmar Mendes, toda liminar concedida contra ato do governo federal é produto de conluio corrupto entre advogados e juízes, sócios na "indústria de liminares".
A par desse desrespeito pelas instituições jurídicas, existe mais um problema ético. Revelou a revista "Época" (22/4/ 02, pág. 40) que a chefia da Advocacia Geral da União, isso é, o dr. Gilmar Mendes, pagou R$ 32.400 ao Instituto Brasiliense de Direito Público -do qual o mesmo dr. Gilmar Mendes é um dos proprietários- para que seus subordinados lá fizessem cursos. Isso é contrário à ética e à probidade administrativa, estando muito longe de se enquadrar na "reputação ilibada", exigida pelo artigo 101 da Constituição, para que alguém integre o Supremo.
A comunidade jurídica sabe quem é o indicado e não pode assistir calada e submissa à consumação dessa escolha notoriamente inadequada, contribuindo, com sua omissão, para que a arguição pública do candidato pelo Senado, prevista no artigo 52 da Constituição, seja apenas uma simulação ou "ação entre amigos". É assim que se degradam as instituições e se corrompem os fundamentos da ordem constitucional democrática.
Já se passaram 12 dias desde o início da Operação Satiagraha e algo que o tempo todo ficou martelando na minha cabeça é: Por que um Ministro, ou melhor, o Presidente do Supremo Tribunal Federal concedeu habeas corpus à Daniel Dantas e mais uma meia dúzia de bandidinhos?
Não estou aqui tratando do mérito, mas de regras processuais. Eu acabei de concluir o 3º período de Direito e tive aula de Teoria Geral do Processo. Nesta aprendemos regras competência e jurisdição, e uma delas é que existem na primeira instância os juízes lá nas suas poltroninhas nos fóruns, na segunda os Tribunais Regionais Federais (TRF), os Superiores Tribunais de Justiça (STJ) e em último nível o Superior Tribunal Federal.
Quando vi essa notícia pensei: Ou eu entendi tudo errado ou estou diante de um erro primário de um ministro do Supremo!!! Procurei muita coisa na internet para escrever este post e não achei nada que esclarecesse esta minha dúvida.
Eu pensei da seguinte forma: O juiz De Sanctis emitiu o mandado de prisão (sendo a primeira temporária e a segunda preventiva), o STF por sua vez deferiu o pedido de HC. Isso DUAS VEZES. Ora, o STF é competente para analisar HC’s (já que se trata de matéria constitucional), porém o TRF e o STJ foram atropelados neste processo. Não respeitou-se a ordem de competências, na qual seria o TRF e após o STJ o juízo competente a deferir ou não o pedido. E apenas se ambos não concedessem a liminar o STF poderia ter apreciado o pedido. Trata-se então de uma decisão NULA pela supressão de juízos inferiores. E Gilmar Mendes certamente teve algumas aulinhas de Teoria Geral do Processo para saber desse pequeno detalhe.
Continuo confusa neste caso. Estou de férias, portanto não tenho como tirar estas dúvidas com meus professores e nem saber suas opiniões. Posso até estar redondamente enganada (e sinceramente eu gostaria de estar).
Mas fiquei me perguntando então se realmente foi um erro grotesco de Mendes. Qual o seu interesse em atender de pronto o HC e liberar os coitadinhos que tiveram sua liberdade de deambular agredida? Por que ele se indispôs com o juiz que mandara prende-los? Por que vem fazendo uma campanha contra as algemas usadas pela Polícia Federal por achar algo ultrajante enquanto os algemados oferecem propina a deus e todo mundo? Isso não seria ultrajante?! Suspeito ein, muito suspeito meu caro.
Questiona-se o impeachment de Mendes, a CUT já interpôs seu pedido, e há inclusive um blog na net em apoio ao juiz De Sanctis, sem contar nas várias manifestações de pessoas da área nas ruas de todo o país.
Eu manifesto-me contra o jeitinho (parafraseando o ministro Joaquim Barbosa); sou contra um membro do Estado valer-se de seu poder para beneficiar, mesmo que tente convencer com argumentos jurídicos, uma pessoa que contribui para a deterioração deste mesmo Estado; sou contra quem faz campanhas do abuso das algemas pela Polícia Federal em crimes de peixe grande enquanto a Polícia Militar mata inocentes ou simples suspeitos em operações nos morros cariocas.
Agora é ver qual será o desfecho desta megaoperação da PF, que desencadeou num megaescândalo, cujos envolvidos são megamilhonários (que também são megacriminosos); ver qual será o destino do Presidente do STF e ver seu megajeitinho para impedir o impeachment; ver se teremos uma megasurpresa e desta vez - PELO MENOS DESTA VAI – tudo não termine em uma megapizza de calabrezza com bastante molho.
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direito
O que a nova comédia de Steve Carrel tem a ver sobre os seus direitos básicos como cidadão? Vamos lá...
...e, aliás, reclamar seus direitos não só é muito bom, é ótimo. Para não esquecer do óbvio de como é importante. Explica-se o caso:
Ontem à noite, eu, Mônica e amigos fomos ao cinema assistir Agente 86. No site do cinema o qual fomos, e na própria bilheteria do tal, informavam que o filme seria legendado. Não seríamos obrigados a ouvir o péssimo som e palavras como mané e seu bobão, quando percebemos que o personagem na verdade quis dizer motherfucker! e son of a bitch!
Comprados os ingressos, entramos na sala e temos a surpresa: o filme está dublado. Mônica não suportou. E que bom que não, afinal, dicilmente eu reclamaria. Fomos até a bilheteria que, por sorte, algum tipo de gerente estava lá para nos ouvir e se deu conta do erro. Para remediar o engano, nos pediu para esperar um momento que nos entregaria dois ingressos cortesia e ainda poderíamos assistir o filme tranquilos.
Uma ótima atitude e justa. Já que obviamente seria impossível alterarem o formato do filme no momento.
Talvez mais pessoas tenham se frustrado com a dublagem assim como nós. Mas a preguiça ou a vergonha de reclamar sobre o erro acoberta a frustração de ter investido mal seu tempo e dinheiro. Imagine ocorrer tal engano num filme o qual você espera por um longo tempo? Muito pior. Felizmente não era o nosso caso.
Por isso, essa linda historinha de como é bonito e intere$$sante reclamar seus direitos serve como lição de moral. Afinal, criticamos bastante, mas no momento de agir, muitos preferem se calar.
P.S.: E Agente 86 é uma ótima comédia. Muito boa para assistir quando se está cansado de usar seu cérebro em filmes do David Lynch.
Uma grande parte da blogosfera brasileira posta frequentemente dicas de jogos em flash divertidinhos da internet. Eu sou um dos que perco vários minutos jogando alguns desses jogos.
Entretanto, apesar de gostar desses joguinhos, eu decidi que não postaria nenhum aqui no blog. Mas resolvi abrir excessão para um que não é apenas um jogo, mas um teste muito legal, e difícil, sobre os seus conhecimentos sobre as localizações de certos lugares no planeta.
No Traveler IQ Challenge, criado pelo site TravelPod, você deve marcar a localização dos locais no mapa que o jogo pedir. São 12 níveis os quais vão tornando-se mais difíceis, e os pedidos variam entre lugares famosos como o Monte Everest, capitais nacionais e cidades globais.
Fiquei surpreso por dar algumas navalhadas feias no jogo ontem na casa de um amigo - Singapura de alguma maneira me lembra a Turquia -. E, até o momento, eu alcancei no máximo o nível 7, com 230.541 pontos.
Então, espero que se divertam com o jogo e, caso tenham coragem, nos contem seus erros grotescos no jogo! ;-)
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jogos
Hoje foi outro dos raros dias que consigo acordar de manhã nessas minhas férias - graças a um exame que minha mãe foi fazer e a levei ao laboratório - e encontrei algumas tiras mui boas e talvez um pouco antigas já que fiquei um tempinho sem ler o meu reader. Basta clicar para amplia-las.
Conheço os tipos.
Adoro as tiras do Rafael Sica...
E ainda tem malvados e mais iturrusgarai.
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quadrinhos
Duas semanas sem postar, porém, totalmente justificáveis pela gripe que me derrubou na cama por alguns dias!
Bom, a idéia para este post surgiu com uma conversa com o bueno (Gustavo daqui do Salada). Ele estava me contando as matérias que terá na faculdade este semestre: Sociologia, Filosofia, Política...Achei, claro, muito interessante mas comentei com ele que estas deveriam ser dadas mesmo antes e que na faculdade teríamos a oportunidade de aprofundá-las.Ahn?! Meio confuso?! A tia explica...
Acredito que estas são matérias que deveriam estar na grade curricular do ensino médio, ou mesmo antes, no fundamental. Acredito que estas disciplinas são importantíssimas para a formação de cidadãos conscientes de que estão inseridos em um Estado Democrático de Direito e que, portanto têm o direito e a obrigação de participar ativamente na construção deste. Tanto que foi justamente no período militar que as ciências humanas perderam seu espaço na educação sendo a carga horária mesmo de História e Geografia bem reduzidas. Por que será ein?!
Não vejo razão de vermos, por exemplo, tão intensamente circuitos elétricos (não falo isso só porque odeio física, apesar de odiar demais!), não quero também desqualificar ou desmerecer tais matérias, mas vejo uma importância muito maior termos alunos com senso crítico.
Daí me lembrei que há alguns anos tinha saído do Ministério da Educação uma resolução determinando a obrigatoriedade de Sociologia e Filosofia no currículo escolar. Fui então procurar a que pé isso andava. E para minha surpresa no dia 02 de junho entrou em vigor a Lei nº 11.684/2008 alterando a de nº 9.394/1996 (“estabelece as diretrizes e bases da educação nacional”), e que torna, assim, essas matérias obrigatórias em todas as séries do ensino médio.
Santa coincidência robin! Sim, aquilo que conversávamos acaba de se tornar lei! Fiquei muito feliz quando li esta notícia (que, convenhamos, já está um pouco velha).
Agora espero que sejam criadas reais possibilidades de torná-la efetiva, já que isso gerará um ônus para contratação de professores. Espero também que as instituições de ensino recebam esta norma com festa e confetes e que adotem metodologias que façam com que os alunos percebam que estas disciplinas, essencialmente teóricas, têm aplicação prática a medida em que nos leva à reflexão e, conseqüentemente, à mudanças de atitude.
P.S.: Palmas para o Ministro Fernando Haddad (pelo menos ele é bastante esforçado).
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O título deste post não se trata de uma campanha contra alguma marca de meias costumizadas com desenhos da amazônia - essa foi horrível, eu sei - mas, sim, de uma campanha do Greenpeace, a qual li sobre no Bobagento, contra um projeto de lei aprovado pelo Senado e que no momento passará pela Câmara.
A tal PL, que estão chamando de Floresta Zero, pretende autorizar a derrubada de até 50% da floresta em áreas privadas e, ainda, legaliza outros desmatamentos ocorridos nos últimos 40 anos na floresta.
Ou seja, se o Salada possuísse terras na amazônia, teríamos a obrigação, caso a lei fosse aprovada, de preservar apenas 50% da mata original em nossas propriedades. Urrú! Mais espaço para os nossos negócios! Não bastando, caso tenhamos derrubado parte da nossa Reserva Legal no passado, a qual estamos cientes de nossas obrigações de preservação, não seremos mais penalizados!
Não sei como tal projeto foi aprovado pelo Senado. Com os tantos alarmes sobre o terrível e inescapável aquecimento global, a necessidade de se discutir sobre as verdades e mentiras sobre os problemas ambientais, os senadores aprovam um projeto polêmico como esse sem mais discussões e devidos esclarecimentos. Certamente estão bastante ligados!
De qualquer forma, o projeto foi suspenso na Câmara para ser melhor discutido entre os deputados e estipulou-se um prazo de 10 sessões para que ele volte a ser discutido. Aliás, o presidente, segundo afirmou o ministro Carlos Minc, já se comprometeu a vetar o projeto caso seja aprovado pelos deputados.
Se quiser participar, ou apenas se informar melhor, na campanha do Greenpeace, basta acessar o site onde há mais informações. E esperemos que o projeto seja melhor dicustido na Câmara.
P.S.: Enquanto legalizam as podas na floresta amazônica, a CTNBio libera certos milhos de origem sinistra.
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política
Macanudo brevemente, e finalmente, será publicado no Brasil. No dia em que soube dessa ótima notícia, escrevi um pequeno post sobre ela e, mais tarde, resolvi enviar um inexplicável comentário no blog de Ricardo Liniers, perguntando-lhe se não aceitaria ceder uma pequena entrevista ao Salada Virtual.
Estava totalmente desacreditado se receberia ao menos uma resposta. No comentário mesmo afirmei que provavelmente ele nunca veria aquilo. Pouco depois acessei seu site e percebi que havia como lhe enviar um e-mail. Foi o que eu fiz. Pedi - muitas - desculpas por enviar o pedido novamente. E pelo meu péssimo inglês.
À noite, comentei com a Mônica sobre o que havia feito. Que cara de pau, hein? Pois é. Acho que foi isso mesmo. Além disso, talvez tenha sido bem chato até esse momento, já que mandei mais mensagens que deveria. Verdadeiro teste de paciência. Provavelmente um mal de fã!
Para minha surpresa, às duas da tarde do outro dia, Liniers respondeu com um simples, mas muito empolgativo e-mail com o título: "send me your questions" e uma curta mensagem: "bom dia gustavo... meu portugues sucks too...". Qual foi minha sensação no momento em que li?
Após a euforia e a série de mensagens ininteligíveis à Mônica pelo MSN, comecei a pensar nas perguntas que faria. E, depois de prontas, traduzi-las para o inglês, tarefa a qual o Bruno me ajudou muito.
Não sei se foram as melhores perguntas. Mas o importante é que Liniers mostrou-se uma pessoa bastante agradável e receptiva. O que aumentou ainda mais minha admiração por ele e seu trabalho.
Espero que gostem da entrevista. Assim como foi um enorme prazer ter a oportunidade de conhecer melhor Ricardo Liniers.
Salada - Primeiramente, vamos àquela pergunta básica. Quando decidiu se tornar um quadrinista e quais foram suas influências?
Quando era criança costumava desenhar cartuns nos intervalos da escola junto com um grupo de amigos, eu nunca pensei que isso terminaria como um emprego, eu ainda estou muito surpreso. Meus primeiros quadrinhos foram Mafalda, Tintin e Asterix. Eu os lia várias e várias vezes...
Salada - Você trabalha apenas como quadrinista ou já esteve em outras atividades?
Eu também pinto. Fiz a arte para capas de álbuns (Andres Calamaro, Kevin Johansen) e pôsteres de filmes.
Salada - Macanudo é o seu trabalho mais conhecido. Como foi a criação dos personagens e de todo esse universo? Houve alguma referência?
Os personagens em Macanudo vieram enquanto trabalhava em uma tira. Eu nunca soube onde exatamente terminaria nos estágios iniciais de Macanudo. Eu apenas sabia que queria um espaço o mais livre possível, onde eu poderia experimentar livremente. E os personagens continuam surgindo...de onde? É um mistério.
Salada - Em um de seus blogs, você desenha alguns casos pessoais nos quais você é o personagem principal. Qual o motivo de se fazer isso e o que você sente quando faz esses desenhos?
Eu gosto, como a maioria dos artistas, de examinar o meu mundo. Minha experiência de vida, e é isso que eu faço em meu blog. Mas é uma amostra controlada de minha vida, eu nunca colocaria vários dos meus aspectos íntimos
Salada - E por que você é um coelho? Hehe
Por que não? Eu costumava me desenhar como eu mesmo, mas me sentia pouco à vontade. Assim que passei a me desenhar como um coelho, me senti de certa maneira liberado...Provavelmente da mesma maneira que alquém se sente em uma festa à fantasia. Quando você está fantasiado pode fazer e dizer qualquer coisa...pergunte ao Batman.
Salada - Por um bom tempo, especulava-se sobre quando teríamos Macanudo publicado aqui no Brasil. Como foram as negociações com as editoras brasileiras? Será publicado em algum outro lugar?
Eu estou muito feliz por ser publicado no Brasil. Minha sogra era brasileira, e nós temos uma família no Brasil. Atualmente Macanudo é publicado como livro no Peru, Canadá, França e Espanha. E em jornais nos Estados Unidos, Costa Rica, Espanha...eu nunca pensei que isso iria tão longe.
Salada - Lembro-me de ler em seu blog uma tirinha feita por Adão Iturrusgarai. Você acompanha o trabalho de alguns quadrinistas brasileiros? Tem contato com alquém?
Eu amo Iturrusgarai e Angeli. E sou um grande fã de Fabio Zimbres!
Salada - Previsão de nos visitar algum dia?
Eu irei para o Rio em Setembro, um amigo meu se casará lá. Muita Caipirinha! (Nessa última frase, Liniers escreveu em português.)
Salada - E é isso aí Liniers, eu peço para deixar uma última mensagem para nós e obrigadíssimo por aceitar responder nossas perguntas!
Estou seguindo em frente com minhas publicações por aí...este é o início de uma maravilhosa amizade.
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quadrinhos
Um amigo me enviou ontem à tarde um vídeo do Monty Python hospedado no YouTube e perguntou-me se era falso ou verdadeiro. Tratava-se de mais um "sketch" dos britânicos, o qual pelo visto foi transmitido pela BBC, mostrando que até mesmo em momentos tristes e melancólicos como o funeral de um dos próprios integrantes, o grupo inglês não perdia sua irreverência, inteligência e capacidade de fazer todos rirem.
Chapman bateu as botas e não havia nada mais justo que cantar Always Look On The Bright Side of Life em sua partida.
Pra assistir o vídeo, basta clicar aqui ou em nossa videoteca.
P.S.: O discurso completo de John Cleese no funeral encontra-se aqui, em inglês.
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A saladeira e minha companheira Mônica deu idéia de publicar uma tirinha criada por nós dois aqui no Salada. Iria posta-la no sábado, mas acho mais adequado postar hoje no dia dos namorados. Aí vai nossa tirinha super romântica:
E um feliz dia dos namorados para todos os casais e, obviamente, à Monka! E para aqueles que não tem um namorado ou namorada, reza a lenda que chocolates dão a mesma sensação de prazer que o amor proporciona. Nunca compartilhei dessa idéia, mas nunca é ruim arranjar uma desculpa para se empanturrar de chocolates!
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Nerdson não vai à escola é um blog mui criativo. Trata-se de um dos ótimos trabalhos envolvendo quadrinhos publicados exclusivamente pela internet. Este blog vai além deles e explora com muita criatividade o tema nerd! Confira logo!
P.S.: Como hoje é dia dos namorados, resolvi publicar essa "tirinha" por ser bem genial! E vai um beijo pro meu amore! :-D
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Eu e a Mônica gostamos muito dos filmes do diretor Jorge Furtado. São engraçados, inteligentes e sempre têm um ótimo roteiro. Mas nunca tinha ouvido falar do documentário Ilha das Flores, produzido em 1989. Li sobre ele no blog Cena Brasilis no Judão e resolvi falar um pouco dele aqui.
Após procurar mais informações sobre ele na internet, percebe-se a grande importância dele já pela pequena lista de prêmios conquistados:
Melhor Curta - Festival de Gramado 1989
Melhor Roteiro - Festival de Gramado 1989
Melhor Montagem - Festival de Gramado 1989
Prêmio da Crítica - Festival de Gramado 1989
Prêmio Urso de Prata - Festival de Berlim 1990
Prêmio Air France como melhor curta brasileiro do ano 1990
Prêmio Margarida de Prata (CNBB) melhor curta brasileiro 1990
Blue Ribbon Award" no American Film and Video Festival, Nova York, 1991
Melhor Filme no 7º No-Budget Kurzfilmfestival, Hamburgo, Alemanha, 1991
Prêmio de Crítica - Festival de Clermont-Ferrand (França) 1991
Prêmio de Público - Festival de Clermont-Ferrand (França) 1991
No documentário é retratado o frio processo mecânico do sistema de trocas criado pelos humanos. Basicamente, segue-se a trajetória de um tomate colhido no sul do Brasil, descartado por uma vendedora de perfumes por julgá-lo inapropriado e alcançando seu destino final, alimento para miseráveis famílias obrigadas a aceitar restos de comida deixadas por empregados de um proprietário de porcos.
A narração do curta - pelo ator Paulo José - é feita de forma imparcial. Não há algum ponto de vista defendido pelo narrador. Mostra-se os fatos, eles são explicados didáticamente a quem assiste e então cabe a nós, seres de telencéfalo altamente desenvolvido e polegar opositor, julgá-los. Ou não.
Para assisti-lo, basta acessar nossa videoteca!
P.S.: No site Porta Curtas, é possível assistir não só Ilha das Flores mas como também diversos outros documentários. Dê uma olhada!
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Quando pequeno - mais do que já sou - lembro-me muito bem de quando meu pai trouxe para casa o nosso primeiro videogame, o Master System 3. Durante um bom tempo, o esperto jogou muito mais que eu e meu irmão, já que éramos mui ruins! No entanto, após um certo tempo, começamos a dominá-lo! O videogame, não meu pai :-D! Jogos como Batman Returns, Masters of Kombat e o clássico Alex Kidd são alguns dos quais joguei bastante nessa época.
Após a queda de popularidade do Atari, o Master System tornou-se um dos consoles mais vendidos no país. Deve-se um pouco disso a parceria firmada entre a japonesa Sega e a brasileira e recém fundada Tectoy ao final da década de 80. O objetivo dela era desenvolver e produzir brinquedos de alta tecnologia, como o famoso Pense Bem, o qual também fez parte da infância de vários pirralhos dessa época. Eu demorei a ser um deles, mas ao menos minha versão foi mais moderna e bonitona!
Com o aumento de vendas do Master System no mundo todo, a Tectoy tornou-se representante da Sega no Brasil e passou a frabricar os consoles da empresa japonesa. Mergulhando ainda mais nestes tempos, como não entendia nada de conglomerados corporativos e a palavra globalização estava bem distante do meu entender, não sabia se era a Tectoy ou a Sega que criou o Master Sytem. Era tudo a mesma coisa! O importante era duelar jokenpo com os chefões sinistros de Alex Kidd e, caso perdesse, ficar puto e buscar o colo da mamãe.
Aqueles provavelmente foram os tempos áureos da empresa brasileira. Todavia, com a queda da popularidade do Master System e do Mega Drive, e a concorrente Nintendo dominando o mercado, os consoles da Sega foram parar no empoeirado fundão de vários armários brasileiros.
E antes que o barco afundasse de vez, a Tectoy parou de fabricar apenas videogames e "ampliou" seu campo de atuação.
Atualmente, a empresa produz karaokês, dvd´s e mp3 players e variantes dos Master System 3 e Mega Drive 3, com centenas de jogos incluídos na memória. Há também um Mega Drive portátil que deve ser legal, e um bizarro cooltoy, como a empresa mesmo nomeou, o qual lê e-mails e "mais um infinidade de coisas" pra você! O nome da criatura é Nabaztag(?!?!) e até mesmo há como trocar suas orelhas(!?!?)!
A Tectoy, apesar de não ser tão conhecida como antes, a atual geração provavelmente nunca ouviu falar nela, foi, e talvez ainda seja, um importante exemplo empresarial no Brasil. Em que, consumidores e empresários preferem e investem mais no estrangeiro, resultando na minúscula porcentagem de produtos alto tecnológicos de origem brasileira. Tornando-se um verdadeiro refém em tecnologia de países norte americanos e europeus e fragilizado diante de crises de commodities.
Retornando o pensamento à minha infância, e a de vários outros, a verdade é que, às vezes, sinto vontade de esquecer todos esses complicados termos e assuntos corporativos, commoditais, tecnológicos e mercadológicos que tentamos entender, sentar-se novamente à frente da televisão e do Master System, assoprar e encaixar o cartucho do Masters of Kombat e tentar, novamente, detonar aquele chefão alienígena fodão!
P.S.: Pra quem quiser mais nostalgia, no blog quem matou a tangerina, o autor está escrevendo uma série sobre as coisas mais legais dos anos 90! Muito bom! Até o momento há dois posts e, para lê-los, clique aqui e aqui.
Primeiramente, foi mal Mônica, mas esta template está muuuuito mais adorável! Hehehe... Só falta agora a salada para ilustrar mesmo!
Prosseguindo...

Agora, deixando todo o sarcasmo e a ironia de lado...
Não tenho nada em especial contra alguém que decidiu fugir aos padrões da sociedade. Eu tenho sim MUITA coisa contra quem não consegue pensar por si próprio.
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Primeiramente, gostaria de deixar aqui registrado que eu não gostei da nova template, mas fui voto vencido (Gustavo e Bruno X EU) e que espero, em breve, ver uma apetitosa (hmm) salada estampando o topo do blog!! :-)
Depois do desabafo já posso prosseguir o meu post...
Em um sábado meu professor convidou a sala para ir ao cinema às nove horas da manhã assistir a um filme (que seria surpresa) e, após, fazer um debate. Isto é algo que sempre fazemos, mas antes íamos à faculdade mesmo e na parte da tarde. Mas acordar sábado de manhã depois de dormir na sexta de madrugada?! É, mas no final eu fui! Foi difícil, mas eu consegui vencer o sono e FUI! E que bom ter ido!
Assistimos ao ótimo Juízo, filme brasileiro da diretora Maria Augusta Ramos (vejam só a ficha da moça). O filme trata da questão de jovens infratores no Brasil, mas como a lei não permite que seus rostos sejam mostrados a diretora contou com a presença de jovens que vivem em risco social, ou seja, representam papéis ao quais estão acostumados a observar todos os dias. E fazem tudo de forma perfeita, como se infratores fossem. Já os demais personagens são reais.
É como se a câmera fosse deixada na sala de julgamento, e, as pessoas ali presentes não a percebessem. Por isso vemos uma juíza que realiza a audiência de forma mecanizada, lê os autos do processo, pergunta se tudo aquilo é verdade, dá um sermão no réu, o manda para o Instituto Padre Severino e depois chama o próximo. À defesa não é dada quase nenhuma oportunidade. Irrita o fato de ver o defensor público tentar se pronunciar e ser sempre cortado. Diferente do Ministério Público que é ouvido quando se manifesta.
Chama atenção quando esta mesma câmera é levada à “casa” de um dos jovens e nos revela as condições em que muitas pessoas sobrevivem. Em meio a porcos, cheia de crianças, muito pequena, enfim, um local precário e insalubre. Depois podemos adentrar na instituição Padre Severino. Esta não se difere da casa citada. Um local horrível, mal ventilado, o chão sempre molhado, um amontoado de jovens que ali foram depositados, sem nenhuma atividade produtiva e construtiva. Seria engraçado, se não fosse trágico, é que a lei fala em internação em estabelecimento educacional (vide Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8.069/90, art.112, VI). Assim, aquilo é um estabelecimento educacional. 
Depois do filme fomos ao debate. Na mesa tivemos a participação de um jovem interno de uma instituição aqui da minha cidade. Ele parecia perdido e meio envergonhado. Não conseguiu entender uma pergunta que meu professor fizera (por mais clara que ela fosse). Mas disse que algo que para mim foi esclarecedor de todo aquele momento que passamos ali. Disse que não era sociedade. Definiu nestas palavras o sentimento de exclusão a que são todos os dias submetidos. Em uma entrevista que vi com Mv Bill ele disse que os jovens negros, brancos, ricos, pobres, todos eles querem as mesmas coisas, têm os mesmos desejos e o fato de uns poderem e eles não, de uns terem e eles não, os faz invisíveis, as pessoas passam por eles como por aquele cara do filme Ghost.
No fim, eu me senti envergonhada. Envergonhada por ficar com muita raiva quando não tenho dinheiro para ir a uma festa, ou para fazer uma viagem ou uma cirurgia estética. Recomendo a todos assistirem ao Juízo, para que também se envergonhem e para que isso seja um estímulo a uma mudança de postura em relação a esse sério problema no país.
Atualmente, o jornalismo brasileiro têm merecido poucos méritos pelo seu trabalho em geral. Tratando-se dos grandes jornais, como Folha, Estadão e O Globo por exemplo, foram poucas as reportagens que chamaram minha atenção pela importância. Aqui em casa, assinamos Folha por um bom tempo, mas assim que terminada, não me preocupei se seria renovada ou não.
Não sou um caso isolado nesse sentido, várias pessoas abandonam os jornais por esse motivo e por vários outros. Isso é visto pela inegável queda de vendas dos jornais impressos. Assim como eu, as pessoas as quais interrompem a leitura diárias dos impressos, em sua maioria, voltam-se exclusivamente à internet e é nela que encontram vários dos melhores e mais importantes trabalhos jornalísticos no país.
Um deles trata-se da série de reportagens feitas pelo jornalista Luís Nassif, no qual é relatado a decadência de um dos maiores exemplos de anti-jornalismo do Brasil, a revista Veja. As série de erros, imprudência e descompromissos cometidos pela revista não limitam-se a apenas ela. Servem também para vários outros veículos impressos no país. Talvez por isso haja um estranho silêncio por parte dos outros jornais e revistas para discutirem o assunto. Já que o trabalho feito por Nassif teve grande repercussão na internet, mas não recebeu a relevância necessária na imprensa.
Apesar de estar bem atrasado em comentar sobre tal trabalho - já são 21 capítulos - e dele já ter sido fartamente discutido em vários blogs e sites - houve até mesmo um movimento para realizar um bombardeio google e relacionar a palavra Veja diretamente ao dossiê escrito por Luís Nassif - escrevo aqui essa importante dica para quem ainda não soube do caso Veja.
A série encontra-se no blog do jornalista e também em uma página criada no googlepages por Nassif especialmente para a publicação dos artigos. Abaixo, aproveito o post pra dar outras dicas de ótimos sites sobre política, jornalismo e tantos outros assuntos importantes.
Agência Carta Maior
Observatorio da Imprensa
Instituto Observatório Social
Oboré
Blog Entrelinhas
Blog do Mello
Via Política
Em inglês:
GNN
Greg Palast
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jornalismo
Recentemente escrevi um texto no blog sobre o cartunista argentino Ricardo Liniers. Comentei nele que seu trabalho até o momento não havia sido publicado em nosso país. Mas, por coincidência, li hoje no site Universo HQ que finalmente teremos em nossas livrarias o primeiro volume de Macanudo! O álbum sairá pela editora Zarabatana. A qual publicou obras como Pyongyang de Guy Delisle e Maakies de Tony Millionaire.
Bom, agora é arrecadar a verba e esperar pelo livro! E pra conferir mais detalhes, como por exemplo, que várias editoras já se interessavam em publicar Liniers, basta clicar aqui e ler a nota completa no próprio site.
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quadrinhos
As dicussões sobre o novo Acordo Ortográfico estão sendo mais frequentes na mídia. Aprovado pelo governo Português recentemente, um dos entraves na aplicação das mudanças previstas no acordo, e com Brasil já programando alterações oficiais em apostilas didáticas, é bom darmos uma olhadinha sobre o que vai mudar, por quê ainda não vimos, ou melhor, lemos as alterações em textos publicados por aqui e um pouco do histórico sobre esse tal acordo.
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